ALEXANDRA TORRES

ALEXANDRA TORRES







O ponto de partida de um novo livro é sempre diferente. Depois, o processo repete-se. Mais ou menos.
A criação da personagem principal, a sua motivação, o porquê, o como, por que razão ainda não conseguiu o que pretende, são aspetos que a narrativa terá de moldar com credibilidade. Seguem-se os detalhes dos detalhes: rasgos físicos, gestos ou tiques, marcas de identidade, a voz das personagens e a do autor, e tantas palavras que deverão prender o leitor.
São muitas as possibilidades. O dia é que é pouco para a criatividade.